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Aplicativos de celular mudam de vez a forma como nos comunicamos

Dá para dizer que a Justiça brasileira prestou um grande desserviço à população do país nas diversas vezes em que bloqueou o WhatsApp ao longo de 2016.

Por outro lado, os períodos em que o aplicativo ficou impedido no território nacional serviram para que a gente percebesse mais claramente como as coisas mudaram. E como o telefone – lembram dele? – está realmente rumando para o museu.
E não estamos falando apenas das linhas fixas, não, estamos falando também das chamadas de voz que usam a rede celular e não a internet. O WhatsApp é o mais popular. Mas, como a justiça nos fez lembrar, há outros aplicativos por aí. Muita gente diz, inclusive, que melhores – como é o caso do Telegram, cujos recursos volta e meia são copiados pelo WhatsApp.
A verdade é que essa forma de comunicação é muito mais eficiente que o tradicional telefone. Mensagens em grupo, mensagens de texto, de voz e, mais recentemente ligações de voz integram o cardápio desses aplicativos. Tudo com mais qualidade – de áudio, inclusive – que as chamadas feitas pelas redes fixas e celulares de telefone.
Tem gente que ainda não aderiu à onda. Mas, quer saber, quem ainda não trocou o telefone por aplicativos de mensagens instantâneas não sabe o que está perdendo. Especialmente porque eles continuam a evoluir.
Na versão Beta do WhatsApp, por exemplo, já apareceram as chamadas em vídeo. E, já agora no fim do ano, o Facebook Messenger abriu a possibilidade de conversas de grupos em vídeo. Dá para conectar com imagens até 50 pessoas simultaneamente. Bem legal.

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